
A nuvem tinha aproximadamente quinze quilômetros quadrados ao ingressar na Argentina a partir do Paraguai no mês de maio e agora tem um tamanho de cerca de dez quilômetros quadrados, uma redução de um terço. Esta a boa notícia.
Segundo a SENASA, a redução foi proporcionada pelos controles realizados nas províncias de Santa Fé e Corrientes, quando as condições meteorológicas e ambientais permitiam.
“O controle da praga é complexo devido a fatores que condicionam a possibilidade de realização de tratamentos: seu deslocamento e grande poder de vôo, os locais de difícil acesso”, explica o órgão.
Ontem, a aplicação aérea de tratamentos fitossanitários programada para o período da manhã teve que ser suspensa devido às condições meteorológicas. A presença de nevoeiro impediu os voos. As aplicações por terra puderam ser realizadas por produtores da região.
A nuvem de gafanhotos, então, levantou voo lentamente em direção Leste, logo ficando mais perto do Uruguai – apenas 20 quilômetros- e do Rio Grande do Sul. Esta a má notícia.
Percorreu cerca de quatro quilômetros perto da Rodovia 14. Atualmente, ele está assentado na região e não registrou movimentos no final da quinta-feira devido às condições atmosféricas.
Fonte: MetSul