Meus flertes com o Jazz

Quando o meu blog principal (Blog do Pharis) foi reposicionado para ser um blog de ciência e comportamento, trouxe as minhas postagens de música, livros, contos e poesias para este blog. Inaugurando esta nova fase venho falando de minha paixão pelo jazz, esta música maravilhosa oriundo da mítica cidade de Nova Orleans.

Falar um pouco de jazz nunca é demais

O jazz é uma manifestação artístico-musical originária dos Estados Unidos. Tal manifestação teria surgido por volta do início do século XX na região de Nova Orleães e em suas proximidades, tendo na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes.

O Jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.

As origens da palavra Jazz são incertas. A palavra tem suas raízes na gíria norte-americana e várias derivações têm sugerido tal fato. O Jazz não foi aplicado como música até por volta de 1915. Earl Hines, nascido em 1903 e mais tarde se tornou celebrado músico de jazz, costumava dizer que estava "tocando o piano antes mesmo da palavra "jazz" ser inventada".

Desde o começo do seu desenvolvimento, no início do século XX, o Jazz produziu uma grande variedade de subgêneros, como o Dixieland da década de 1910, o Swing das Big bands das décadas 1930 e 1940, o Bebop de meados da década de 1940, o Jazz latino das décadas de 1950 e 1960, e o Fusion das décadas de 1970 e 1980. Devido à sua divulgação mundial, o Jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo assim uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica.

Falar de John Coltrane, Glenn Miller, Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Charlie Parker, Dizzy Gillespie , Ray Charles  é uma delícia pela musicalidade e sentido que dão as suas músicas, tenho várias músicas destes cantores que escuto todas as semanas. Infelizmente no Brasil,  não temos cantores explicitos de jazz, existem seguidores do estilo jazz adaptado à cultura do país, e a música instrumental brasileira pode ser rotulada como “jazz do Brasil”. O Jazz no Brasil sofre uma adaptação e improvisação que levam os nossos ritmos - samba, bossa nova, mpb, choro, xaxado, maracatu, baião e tantos outros - para o mundo todo. Alguns poucos artistas ainda carregam o jazz tradicional, como por exemplo Mirian Marques, uma cantora e professora goianense que é uma promessa para o jazz no Brasil (vídeo abaixo).
Fonte: Wikipedia

Comentários

  1. Ola Geraldo
    O Jazz é de fato um modelo cçássico de música, misturado a busca de novas tendências, ou seja, quando surgiu, mostrava um ritmo envolvente, onde os músicos queriam apenas mostrar um trabalho diferente, e logo ganharam as principais páginas da mídia, onde até hoje grandes nomes são lembrados tais como:
    Billie Holiday,Wynton Marsalis, Glenn Miller,Benny Goodman,Louis Armstrong,Bix Beiderbecke,Bessie Smith, dentre outros.
    Dizem que este ritmo foi uma expressão dos negros, para mostrarem seus valor em uma época em que o racismo era predominante no mundo.
    Adorei sua postagem
    Um forte abraço
    Mad

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  2. Geraldo, meu querido!
    Eu e meu marido gostamos muito de jazz! Aqui em casa temos vários CDs, dos que você citou, temos aqui Louis Armstrong, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Dizzy Gillespie , Ray Charles e gosto muito de B.B. King também. Quando eu morava em São Paulo, ia sempre com o meu marido em um barzinho que fica no Bixiga, onde tocam muito Jazz e Blues ao vivo.
    Muito bom esse post! Gosto mesmo!
    Grande beijo,
    Jackie

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  3. Eu gosto muito de jazz, algo gostoso que toca nossa alma sem agredir os ouvidos.
    Adoro George Benson que é um smooth jazz.
    Amo Diana Krall. Sem falar da Billie Holiday...

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