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Caminhos de Santo Antonio da Patrulha
O interior gaúcho agora já conta com seu Caminho, com belas paisagens
13 Fev 2016
O turismo e bonitas áreas verdes perto da região metropolitana
A capital de todos os gaúchos, Porto Alegre,
é emoldurada por um anel de morros graníticos com 730 milhões de anos
02 Jan 2016
Histórias de uma america esquecida
A história se faz pelo relato de vencedores
o que nem sempre representa a verdade
01 06 2014
O maravilhoso mundo do litoral gaucho,
Para você que não conhece o litoral gaúcho, assombre-se
são 149 denominações de locais que se intitulam praias ou balneário
20 Jan 2016

sábado, agosto 20, 2016

Acampamento Farroupilha começa a ser montado

Geraldo V Laps

montagem
Foto: Guilherme Testa
A montagem do Acampamento Farroupilha em Porto Alegre começou neste sábado. Nem a chuva, atrapalhou os tradicionalistas que desde cedo começaram a chegar ao Parque Harmonia. 

A previsão da Coordenação de Tradição e Folclore da Secretaria Municipal da Cultura é que, até o dia de 2 de setembro, toda a estrutura esteja montada.

O sábado foi de muito trabalho para os integrantes dos 365 piquetes, Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) e Departamentos de Tradições Gaúchas (DTGs) que participam da festa a partir de setembro. 

O patrão Sérgio Nunes Almansa, do piquete Amizade Campeira, de Porto Alegre, disse que uma equipe formada por 12 pessoas vai trabalhar durante duas semanas na montagem da estrutura dos piquetes Amizade Campeira e Querência dos Anjos, ambos localizados na zona Sul.

Fonte: CP

domingo, agosto 14, 2016

Chama Crioula é acesa em Triunfo, terra de historias

Geraldo V Laps
MTG
Foto: Andre Jacques / TV Tradição - MTG

Triunfo foi palco de quatro importantes batalhas da Revolução Farroupilha, que integram o contexto maior de combates do período: Fortaleza, Triunfo, Fanfa e Ponta,  o município foi sede pela primeira vez na história do maior simbolismo da Tradição Gaúcha.

Missa crioula, feira de artesanato e orquídea, cavalgada e apresentações artística foram algumas das atrações confirmadas no evento de acendimento e distribuição da Chama Crioula 2016. O evento aconteceu nos dias 12 e 13 de agosto em Triunfo, e abre oficialmente os Festejos Farroupilhas deste ano.


quarta-feira, julho 20, 2016

Rio Grande gelado em um planeta quente

Geraldo V Laps
rio grande
Segundo dados da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos, o mês de junho foi o mais quente já registrado no planeta no período de observação entre 1880 e 2016. Nas terra do Rio Grande, e vizinhanças, foi uma das poucas áreas do planeta em que a temperatura foi inferior à media no último mês. 

No nosso caso, muito mais frio do que o normal, afinal desde 1950 não se teve um junho mais frio que o deste ano no território gaúcho. Cabe ao grande território do Pampa ser o equilibrador das temperaturas extremas, afinal gaúcho é bom nas questões de enfrentar o vento polar e as distâncias entre períodos de calor e um vento minuano.

Nesta quarta-feira, mais uma vez o frio não deu tréguas na capital de todos os gaúchos, Porto Alegre teve 3,4ºC na Lomba do Pinheiro. Na região metropolitana, as mínimas baixaram a 1ºC em Novo Hamburgo (Lomba Grande) e 2ºC em Canoas (Base Aérea). O frio não vai dar trégua nas próximas noites e até sábado todos os dias podem ter marcas negativas no Rio Grande do Sul. As máximas é que se elevam mais no final desta semana.

Fonte: Metsul

quinta-feira, junho 16, 2016

Politica e o grito dos livres

Geraldo V Laps
grito dos maus
As constantes reviravoltas da nossa politica atual demonstram que, finalmente, o gritos dos livres ecoa a plenos pulmões. Já diria Martin Luther King, “O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”. É exata! É sob o silêncio cúmplice dos decentes que alguns dos maiores crimes acabam sendo perpetrados. 

A operação Lava-Jato também pode ser medida pela frase dita há quase um século por Louis Brandeis, ex-juiz da Suprema Corte dos EUA, : "a luz do sol é o melhor desinfetante.", assim definitivamente acabamos descobrindo que enquanto calávamos, os "ratos" saiam dos "esgotos" e dos "porões" e tomaram de "assalto" o "salão" do poder. 

As denúncias não vem poupando ninguém, de partidos políticos a empresários, enquanto estávamos calados, lutando para vivermos com dignidade no país real, os "ratos" se fartavam na luxúria da ilha da fantasia, que longe de representar sua população aproveitavam a melhor porção de comida, os melhores serviços de saúde, segurança e educação. 

Enquanto não nos dávamos conta, como no célebre texto do pastor Niemöller : “Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram. Já não havia mais ninguém para reclamar.”

Agora estamos reclamando nossos direitos, pleno de liberdade de informação, somos todos um, libertando-nos das "garras" dos ratos da ilha da fantasia.

"Já podeis, da Pátria filhos, Ver contente a mãe gentil; Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil. Brava gente brasileira"

sexta-feira, maio 27, 2016

Hora do mate e pensar na politica

Geraldo V Laps
a criação segundo o jesuítas
A hora do mate é sagrada, de pensar solito ou acompanhado, olhando para os campos do pampa, e refletir sobre este clima politico que esquenta mais que a água do chimarrão. 

Neste entrevero de charlas não muito limpas que estão colocando aqui e ali, vamos pensando na criação do mate segundo o ivro "História do Chimarrão", de Barbosa Lessa, publicado em 1a. edição pelo Departamento de Cultura da Prefeitura do Município de São Paulo e editado posteriormente em 2a. edição pela Livraria Sulina.

A Origem do Mate, segundo os jesuítas


Um dia Cristo desceu à terra, acompanhado por São João e São Pedro, e veio ter às selvas americanas. Depois de um penoso viajar pelas florestas sem fim, encontrou - perdido no fundo dos bamburrais - o rancho de um velho índio que ali morava em companhia de sua filha, jovem de deslumbrante formosura. 

Os três viajantes foram muito bem recebidos, e Jesus resolveu premiar aquela franca hospitalidade que encontrara no rancho do selvícola. Indagando-lhe o que mais desejava em sua vida, recebeu esta resposta:

- Senhor! Anhangá tomou conta dos corações humanos: as guerras incendeiam os campos de minha terra, e não há mais tranqüilidade nas tabas de meu povo. Vencedores, os guerreiros não poupam os vencidos: os homens são trucidados e as mulheres jovens são arrastadas a satisfazer os mais baixos instintos. 

Por isso, fugi de minha tribo e vim enterrar-me no escuro das florestas. Não por salvar-me, que pouco me resta viver. Mas para afastar minha filha das garras do pecado. Sei que em breve morrerei, e o que mais me acabrunha é pensar que a deixarei desprotegida, novamente exposta à fúria das paixões. 

Assim, Senhor, se alguma cousa me fosse dado pedir, eu pediria uma eterna proteção à alma de minha filha. Que ela fosse eternamente bondosa, eternamente pura, eternamente linda:

Respondeu Jesus:

- Se Anhangá hoje impera em tuas selvas, podes crer que o Deus-do-bem voltará a estender seu manto de paz sobre a taba de teus irmãos. As selvas se encherão de cânticos e as almas se encherão de luz. É o Deus-do-Bem que me envia para proteger teu povo... 

Tu, que foste bom, generoso e hospitaleiro, mereces ser recompensado. Farei de tua filha aquilo que me pedes. Símbolo da bondade, ela retribuirá o mal com o bem: aos que quiserem roubar as delícias do seu corpo, premiará com a fartura nos ranchos. E nenhuma força será capaz de abatê-la, pois por mais que a queiram aniquilar, sempre haverá de renascer, triunfante, trazendo força e inteligência aos homens de tua raça. 

Tua filha será eternamente linda e eternamente pura, pois. transformá-la-ei na mais linda e mais pura das árvores; linda no contorno das folhagens e pura no manto verdejante que lhe descerá até os pés. Tua filha será eternamente linda, eternamente pura e bondosa... 

E Deus a transformou na erva-mate...

SÂO TOMÉ NA AMÉRICA 

Quando, em 1624, os padres Montoga e Mendonza fundaram a vila de Encarnación, importante missão jesuítica posteriomente destruída, tiveram curiosidade em saber o que pensavam os selvícolas a respeito do mate, bebida que já constituía um hábito característico do Paraguai. 

Tiveram por resposta que a erva-mate lhes servia de alimento e remédio desde o dia em que Pai-Zumé, um estranho personagem que há muito tempo estivera naquelas tabas, lhes ensinara como aproveitar as folhas da caá (que até então julgavam venenosas), e como lhes usufruir os efeitos medicinais. 

Contavam também os indígenas que Zumé era um homem poderoso: as selvas brutas conservavam intacto o caminho por onde ele passara, desde o Tibagi até o Piquiri; e às margens deste rio, Zumé havia deixado, numa pedra, o sinal de seus pés - testemunho eterno de sua passagem por aquelas terras.

Os dois jesuítas logo aliaram a figura de Zumé à pessoa de São Tomé, o apóstolo que provavelmente teria visitado o continente americano pregando a doutrina de Cristo. A versão cristianizada da lenda logo se espalhou entre as populações brancas, e em breve era voz corrente que a erva-mate havia sido descoberta e bendita pelas mãos de São Tomé. 

Isto é o que vamos encontrar em muitos livros da época, a iniciar-se pelo “Tratado sobre o uso do mate no Paraguai”, escrito pelo licenciado Diego Zevallos em meados do século XVII e publicado em Lima no ano de 1667.

Lozano, no capítulo VIII de sua “História de la Conquista del Paraguay”, também se refere a São Tomé, narrando que durante uma terrível peste que assolara as tribos guaranis, foi aquele santo o salvador do gentio, ensinando-lhes como preparar a erva-mate, eficaz remédio contra aquela epidemia e muitas outras doenças.

A peste foi vencida, e a milagrosa bebida, cujo uso se generalizara por todas as tabas guaranis, continuou a prestar inúmeros benefícios. E por muito tempo os selvícolas guardaram na memória a figura daquele bom Zumé, que um dia, apesar das súplicas e protestos gerais, teve de deixar as terras do Paraguai.

Santo Tomé les responde:

“Os tengo que abandonar
Porque Cristo me ha mandado
Otras tierras visitar.
En recuerdo de mi estada
Una merced os he de dar,
Que es la yerba paraguaya
Que por mi bendicta está”.
Santo Tomé entró en el rio
Y en peana de cri tal
La aguas se lo llevaron
A las l anuras del mar.
Los indios, de zu partida
No se pueden consolar,
y a Diós sempre están pidiendo
Que vuelva Santo Tomás.

segunda-feira, abril 18, 2016

O destino e a dor no impeachment

Geraldo V Laps
Câmara Federal
Câmara Federal : 1° Tempo
O plenário da Câmara dos Deputados decidiu pelo prosseguimento do julgamento de impedimento (impeachment) da atual mandatária do Palácio do Planalto, o que era previsto.

Agora o que impressionou, era a justificativa para os votos e os breves segundos de fama para os deputados. Jogando para a "torcida", em uma atitude típica de "futebol", falavam que estavam votando pela mãe, pelo pai, pelos filhos, netos, esposas e por Deus (justificando o jargão popular : "Deus não joga, mas fiscaliza"). 

Então, agora, terminado o primeiro tempo (na Câmara dos Deputados), vamos para a etapa final, no Senado, onde seremos submetidos a fortes emoções e "haja coração" como diria um famoso locutor da TV brasileira.

O destino de quem fica (ou sai) e a dor do povo submetido a desmandos que os políticos, encastelados em Brasilia, não enxergam. Em sete mandados pós-ditadura, segundo pedido de impedimento de um presidente aprovado na Câmara, mostra que as mazelas são antigas, e o povo continua sofrendo. 

E a esperança, tão desvalida, ainda tremula do céu imaginário de pessoas que precisam muito e recebem tão pouco. 

O segundo tempo promete, que joguem para o Brasil, e não para a torcida.

domingo, abril 10, 2016

Lenda da Lagoa Vermelha

Geraldo V Laps
A primeira tentativa dos padres jesuítas, que resultou na fundação de 18 Povos Missioneiros no Rio Grande do Sul, deu em nada. 

lendas
Lendas da Lagoa
Os bandeirantes de Piratininga, que haviam arrasado as reduções do Guairá caçando e escravizando índios para a escravidão das lavouras de cana-de-açúcar de São Paulo e Rio de Janeiro, quando souberam que os padres tinham vindo mais para o sul e erguido suas aldeias no Tape, vieram aqui fazer o que sabiam fazer. Assim e aos poucos, os padres tiveram que refluir para o oeste, fazendo agora na volta o mesmo caminho que tinham feito na vinda.

E nessa fuga tratavam de levar consigo tudo o que podiam carregar. O que não podiam, queimavam ou enterravam. Casas, plantações, até igrejas foram incendiadas, para que nada ficasse aos bandeirantes.

Pois diz que numa dessas avançadas pelo Planalto, no rumo da Serra, uma carreta carregada de ouro e prata, fugindo das Missões.

Ali vinha a alfaia das igrejas, candelabros, castiçais, moedas, ouro em pó, um verdadeiro tesouro cujo peso faziam os bois peludearem. Com a carreta, alguns índios e padres jesuítas e atrás deles, sedentos de sangue e ouro, os bandeirantes.

Ao chegarem às margens de uma lagoa, não puderam mais.

Desuniram os bois e atiraram a carreta com toda a sua preciosa carga na lagoa, muito profunda. E aí então os padres mataram os índios carreteiros e atiraram os corpos n'água, para que não contassem a ninguém onde estava o tesouro. Com o sangue dos mortos, a lagoa ficou vermelha.

E lá está, até hoje. Ao seu redor, cresceu uma bela cidade, que tomou seu nome - Lagoa Vermelha. E cada um dos seus moradores que passa na beira das águas coloradas, lembra que ali ninguém se banha, nem pesca, e segundo a tradição, a lagoa não tem fundo. E nas secas mais fortes e nas chuvaradas mais bravas, o nível da lagoa é sempre o mesmo.

domingo, março 13, 2016

Lendas de São Sepé e o cruzeiro do sul

Geraldo V Laps
Já falamos do bravo Sepé que foi declarado herói da Pátria conforme nossa postagem Indio guarani gaúcho Sepé Tiaraju vira Herói , mas a sua lenda ainda corre ligeiro pelo imaginário popular gaúcho.


santo missioneiro
a constelação e o indio
    Sepé era um índio valente e bom, que lutou contra os estrangeiros para defender a terra das missões. Ele era predestinado por Deus e São Miguel: tinha nascido com um lunar na testa. Nas noites escuras ou em pleno combate, o lunar de Sepé brilhava, guiando seus soldados missioneiros. Quando ele morreu, vencido pelas armas e o número de portugueses e espanhóis, Deus Nosso Senhor retirou de sua testa o lunar, que colocou no céu do pampa para ser o guia de todos os gaúchos - é o Cruzeiro do Sul. 

Por isso, em noite escura, ao olhar para o céu, lembre-se que o herói guarani missionário rio-grandense Sepé, agora São Sepé, olha por você. E saiba: o Cruzeiro do Sul nunca brilhou tanto.

Esta é uma adaptação de O Lunar de Sepé, de Simões Lopes Neto, em Lendas do Sul (1913). Sepé Tiaraju é considerado o símbolo do sentimento indígena de libertação.

Quem sou eu

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Adm. de Empresas, Gaúcho, Parlamentarista e defensor do Voto Distrital Puro.

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