Politica e a voz das ruas







Avenida Paulista - São Paulo/SP


E a semana foi de povo na rua, exercendo seu poder politico, enquanto a manifestação da sextas-feira teve características de politica partidária, a do domingo tem claro o conceito politico de ser uma prerrogativa da população de exercer uma necessidade de manifestação em espaços públicos.

Enquanto a politica partidária é exercida em nome de partidos políticos (e ideologias), a manifestação apartidária é feita em nome de necessidades em relação a determinados temas sociais e econômicos de interesse público: política educacional, política de segurança, política salarial, política habitacional, política ambiental, etc.

E nenhum governo deve (ou deveria) ignorar que esta voz manifesta uma força que muitas vezes é invisível para agentes políticos, mas surge toda a vez em que se rompe a relação de confiança com o poder constituído.

Relativizar uma manifestação que movimenta mais de dois milhões de pessoas em diversas capitais em todas as regiões, além de várias outras cidades do interior do país, é dar um "tiro no próprio pé".

Não podemos olhar para o governo que, ignorando o clamor popular, se porte como se fosse o "moderno" absolutismo do século XXI, na qual sistema político no qual se confere todo o poder a apenas um indivíduo ou a um grupo. Não queremos mais um Luís XIV (1638-1715), rei da França (1643-1715), conhecido como “Rei Sol” que impôs um governo absolutista na França. 

Queremos um governo que participe junto com a sociedade de seus anseios, que, no momento, envolvem deficiências na politicas de segurança, saúde e educação. 

Não tem sido contemplado no governo, visto que pode decisões equivocadas no passado recente, gastou mais do deveria e obrigado a recuar nas suas metas, impõe uma dura carga tributária e eleva o custo de vida.

Acorde Brasil, porque mesmo que o exemplo da Revolução Francesa seja apenas uma citação histórica, muitos estão insatisfeitos e não hesitarão em voltar a manifestar-se nas ruas.

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